Oração a Nossa Senhora da Glória
Ó
Dulcíssima Soberana, Rainha da Glória,bem sabemos que, miseráveis
pecadores, não éramos dignos de Vos possuir neste vale de lágrimas,
mas
sabemos também que a Vossa grandeza não Vos faz esquecer a nossa
miséria e no meio de tanta glória a Vossa compaixão longe de diminuir,
aumenta cada vez mais para conosco.
Do
alto desse trono de onde reinam sobre todos os Anjos e Santos, volvei
para nós os Vossos olhos misericordiosos e Vêde a quantas tempestades e
mil perigos estaremos sem cessar expostos até o fim de nossa vida!
Pelos
merecimentos de Vossa bendita morte, obtendo-nos o aumento de fé, de
confiança e da santa perseverança na amizade de Deus, para que possamos
ir um dia beijar os Vossos pés e unir as nossas vozes às dos Espíritos
celestes, para Vos louvar e cantar a Vossa glória eternamente no Céu.
Assim seja.
Pedido para livrar-nos da maldade dos nossos inimigos, das doenças infecciosas, e da morte súbita
Nossa Senhora da Glória, ornada das mais fulgurantes estrelas do firmamento, sentada em vosso trono na corte do Altíssimo.
Vinde em meu socorro, amparai-me nas tribulações, protegei-me contra as ciladas do Espírito das trevas, acorrei em meu auxilio.
Nossa
Senhora da Glória, graças vos sejam dadas, louvores sejam entoados à
vossa pureza, Santa Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo que padeceu e
morreu na cruz pelos nossos pecados.
Livrai-me, Senhora, da maldade dos meus inimigos.
Livrai-me das doenças Infecciosas. Livrai-me da morte súbita. Vinde em meu auxílio na hora da minha morte.
Amem.
Dia 15 de agosto celebra-se Nossa Senhora da Glória, cuja figura representa o ato da assunção corpórea da Virgem Maria.
Embora
representada de maneiras diferentes, no caso da representação da Virgem
Maria em Nossa Senhora da Glória o significado está na glorificação de
Maria, assunta ao Céu, coroada como Rainha da Glória. Por isso mesmo sua
representação é feita trazendo uma coroa na cabeça, um cetro na mão e
nos braços o Menino Jesus.
Há 58 anos o Papa Pio XII proclamou o dogma da Assunção corpórea: "Depois
de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do
Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à
Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei
imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a
glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a
autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos
Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser
dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem
Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e
alma à glória do céu". (Constituição Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950).
A festa litúrgica é celebrada desde a antigüidade, no Oriente e no Ocidente. Os ortodoxos também a celebram com o nome de Dormição da Mãe de Deus
(Theotókos), os armênios a celebram no 3º domingo de agosto. Embora a
Igreja ortodoxa não considere a assunção corpórea um dogma de fé, também
crêem que ela foi levada aos céus de corpo e alma.
No
Rio de Janeiro, a devoção a Nossa Senhora da Glória surgiu no início do
século XVII, alguns anos após a fundação da cidade, no ano de 1608.
Mas, as origens históricas remontam a 1671. O ermitão Antonio Caminha,
natural do Aveiro, esculpiu a imagem da Virgem em madeira e ergueu uma
pequena ermida no "Morro do Leripe", onde já existia a gruta,
formando-se em torno um círculo de devotos.
Diz
a lenda que para presentear o rei D. João V, Caminha fez uma réplica da
imagem embarcando-a para Portugal. O navio que a transportava naufragou
e as ondas a levaram para uma praia na cidade de Lagos, no Algarve. Aí
frades capuchinhos a recolheram, levando-a para o convento onde é
cultuada até os dias atuais, na Igreja de São Sebastião.
ODÔIA IEMANJÁ! ODOFEIABÁ!
Odoiá, Odoiá, Iemanjá
Rainha das Ondas, sereia do mar.
Como é belo seu canto, senhora!
Quem escuta chora, mãe das águas,
do oceano, soberana das águas.
Dê-me sucesso, progresso e vitória.
Abra meus caminhos no amor e cuide de mim.
Que as águas sagradas do oceano lavem minha alma e meu ser.
Abençõe, mãe, minha família e meus amigos.
Permita que o amor seja nossa maior fonte de energia.
Sou suas águas, suas ondas, e a senhora cuida dos meus caminhos.
Iemanjá, em seu poder eu confio.
Rainha das Ondas, sereia do mar.
Como é belo seu canto, senhora!
Quem escuta chora, mãe das águas,
do oceano, soberana das águas.
Dê-me sucesso, progresso e vitória.
Abra meus caminhos no amor e cuide de mim.
Que as águas sagradas do oceano lavem minha alma e meu ser.
Abençõe, mãe, minha família e meus amigos.
Permita que o amor seja nossa maior fonte de energia.
Sou suas águas, suas ondas, e a senhora cuida dos meus caminhos.
Iemanjá, em seu poder eu confio.
Dia
15 de Agosto comemora-se o dia de Nossa Senhora da Glória que é
sincretizada com Iemanjá na Umbanda (de acordo com o calendário oficial
de Umbanda).
É
o único Orixá que tem sua imagem própria nos Altares, dispensando o
sincretismo como acontece com os demais Orixás: Uma bela Mulher, saindo
das águas do Mar, com vestimenta em Azul Claro, com o Colo Nu,
espargindo estrelas de ambas as mãos.
Na
verdade, a data comemorativa para Iemanjá varia de região para região,
sendo tanto em 15 de agosto, quanto em 02 de fevereiro, 08 de dezembro,
ou ainda, na passagem do ano.
No
Rio de Janeiro, revencia-se a Mãe d´Água em 15 de agosto. Em São Paulo,
a maior comemoração é no dia 08 de dezembro, na Praia Grande.
Em
Salvador, ocorre anualmente, no dia 02 de fevereiro, dia de Nossa
Senhora da Candeia, uma das maiores festas do país em homenagem à Rainha
do Mar. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de
branco, saem em procissão até à foz do rio Vermelho, onde depositam
variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas,
perfumes e toda sorte de agrados.
Em
08 de dezembro, ocorre a festa de Nossa Senhora da Conceição da Praia,
padroeira da Bahia. Nesse dia, feriado municipal em Salvador, também é
realizado, na praia da Pedra Furada, no bairro do Monte Serrat (também
chamado Boa Viagem), a festa do presente de Iemanjá, manifestação
popular que tem origem na devoção dos pescadores locais.
No
Rio Grande do Sul a comemoração é no dia 02 de fevereiro, onde, Iemanjá
é sincretizada com Nossa Senhora dos Navegantes. As cerimônias são
comumente feitas à beira-mar, no litoral gaúcho. A imagem da santa vai
até o porto, onde as embarcações param e são recepcionadas por devotos
que carregam a imagem de Iemanjá. Também ocorrem em rios, como em Porto
Alegre (Rio Guaíba). Em Santa Catarina, é realizada anualmente no dia 02
de fevereiro, na Praia Central de Balneário Camboriú a Festa em
homenagem a Iemanjá.
Na
capital da Paraíba, a cidade de João Pessoa, o feriado municipal
consagrado a Nossa Senhora da Conceição, 08 de dezembro, é o dia de
tradicional festa em homenagem a Iemanjá.
O
Orixá Iemanjá sincretiza com diversas representações de Nossa Senhora,
por representar a grande mãe, provedora e que acolhe os filhos em seus
braços, assim como Nossa Senhora sempre acolheu seu filho, Jesus. Também
conhecida como Senhora da Coroa Estrelada ou Janaina (do tupi-africano) é a deusa do mar e protetora das mães e das esposas
No
candomblé Iemanjá é mais conhecida como Yemonja que quer dizer mãe cujo
os filhos são peixes, é a senhora do rio Ógún. A mulher de Oxalá e mãe
de Ogum, Oxossí, Xangô e Exu, filha de Olocum a senhora do mar.
Por
isso mesmo, Iemanjá e símbolo da personalidade feminina, da beleza e da
reprodução. Na natureza, liga-se às águas do mar (conhecido também como
calunga grande). Rege também todas as substâncias que se encontram no
fundo dos mares. É, também, na vibração de Iemanjá que atuam as famosas
sereias e as ondinas, seres elementais da Natureza.
Nessa
linha, apresentam-se todas as iabás (orixás femininos), Oxum, Nanã,
Iansã, Obá, e outras. Iemanjá é a energia geradora, representa a mãe do
Universo. Quando incorporadas, as entidades dessa linha gostam de
trabalhar com água do mar, expressando-se de forma serena. Fazem uso da
mecânica de incorporação emitindo sons que são verdadeiros mantras que
são confundidos por lamentos devido a associação do canto das sereias.
Nada impede que médiuns homens trabalhem com essas entidades pois todos
tem o equilíbrio dentro de si.
Da
linha de Iemanjá provêem as Caboclas das águas, doce e salgada, cujas
falanges descarregam os terreiros e as pessoas que comparecem aos
Templos, limpando fluidicamente o ambiente dos Templos e as pessoas que
lá comparecem.
Os
Caboclos e os Pretos Velhos evocam as trabalhadoras da linha de Iemanjá
com grande freqüência, principalmente nos descarregos e rezas.
Em
termos de popularidade, Iemanjá é o Orixá de maior destaque no Brasil,
sendo festejado tanto na Umbanda e cultos africanos como suas festas
atraem crentes de todas as religiões, como nas oferendas de final de ano
nas praias de todo o país.
Características:
sentimento maternal, afabilidade e doçura; apego à hierarquia, retidão e
alguma rigidez; determinação, responsabilidade e força.
Cores: branco transparente. Sua conta é feita de contas de cristal translúcido, transparentes, na Umbanda.
Quando Oferendada: flores brancas (rosas, palmas, crisântemos, etc), champanhe ou água mineral, espelho, perfumes, jóias.
Locais: mar e praia.
Saudação: Odôia! Odôfeiabá! (Salve a Senhora das Águas!)
Dia da semana: sábado
ALGUNS PONTOS CANTADOS:
Mãe d’Água,
Rainha das Ondas,
Sereia do Mar,…
Mãe d’Água,
Teu canto é bonito,
Quando faz luar,…
Rainha das Ondas,
Sereia do Mar,…
Mãe d’Água,
Teu canto é bonito,
Quando faz luar,…
Auê, auê, Yemanjá !…
Auê, auê, Yemanjá !…
Rainha das Ondas,
Sereia do Mar. (bis)
Auê, auê, Yemanjá !…
Rainha das Ondas,
Sereia do Mar. (bis)
Como é lindo o canto de Yemanjá,
Faz até o pescador chorar,
Quem escuta, a Mãe d’Água, cantar…
Vai com Ela p’ro fundo do mar.
Faz até o pescador chorar,
Quem escuta, a Mãe d’Água, cantar…
Vai com Ela p’ro fundo do mar.
********************
Vem sobre as ondas do mar,
O veleiro do senhor,
Estava na beira da praia,
Quando o veleiro atracou,
Ela é a Rainha do Mar,
É Yemanjá quem chegou,
Ela vem brincar na areia,
Vem do mar essa linda sereia.
O veleiro do senhor,
Estava na beira da praia,
Quando o veleiro atracou,
Ela é a Rainha do Mar,
É Yemanjá quem chegou,
Ela vem brincar na areia,
Vem do mar essa linda sereia.
********************
Eu fui lá na beira da praia,
Para ver o balanço do mar,
Eu vi um retrato na areia,
Me lembrei da Sereia,
Comecei a chamar,…
O Janaína, vem, vem,
O Janaína, vem cá,
Receber estas flores,
Que eu venho te ofertar. (bis)
Para ver o balanço do mar,
Eu vi um retrato na areia,
Me lembrei da Sereia,
Comecei a chamar,…
O Janaína, vem, vem,
O Janaína, vem cá,
Receber estas flores,
Que eu venho te ofertar. (bis)
Brilha, brilha, as ondas no mar…
Brilha, brilha, as ondas no mar…
E nas ondas eu vejo,
Nossa Mãe Yemanjá,
Rainha do Céu, da Terra e do Mar. (bis)
Brilha, brilha, as ondas no mar…
E nas ondas eu vejo,
Nossa Mãe Yemanjá,
Rainha do Céu, da Terra e do Mar. (bis)
E o mal deste(a) filho(a),
As ondas vão levando,
Conchinhas rolando,
Sereia cantando,
E a Yemanjá,
Eu vou saravando. (bis)
As ondas vão levando,
Conchinhas rolando,
Sereia cantando,
E a Yemanjá,
Eu vou saravando. (bis)
Ó doce Iába ! Ó doce Iába !
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Ó que barco tão lindo!…Que vem sobre as ondas do mar!…
Ele trás as vibrações,
De nossa Mãe Yemanjá!…(bis)
Yemanjá! Yemanjá!
Ela é a Rainha do Mar! (bis)
Ó doce Iába !
Ó doce Iába !
Brilhou, brilhou, brilhou,
Brilhou no mar!
O manto de nossa Mãe Yemanjá!…(bis)
Brilhooouuu!… Brilhou no mar!…
O manto de nossa Mãe Yemanjá! (bis)
Ó doce Iába !
Ó doce Iába !
A marola no mar vai levando…
Yemanjá é que vai navegando…
A marola no mar vai levando…
Yemanjá é que vai navegando…(bis)
Ó doce Iába !
Ó doce Iába !



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