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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Povo bantu

O termo bantu aplica-se a uma civilização que conserva a sua unidade e foi desenvolvida por povos de raça negra. O radical "ntu", comum em muitas línguas bantu, significa pois, homens, seres humanos.
Os banto, além do nítido parentesco linguístico conservam um fundo de crenças, ritos e costumes similares, uma cultura com traços específicos e idênticos que os assemelha e agrupa, independentemente da identidade racial. Os banto caracterizam-se culturalmente por uma tecnologia variada , escultura de grande originalidade estilística, um somatório de conhecimento empíricos notáveis e por uma literatura orla, densa e interessante, de notável expressão intelectual.
As línguas actualmente faladas em Angola são por ordem de antiguidades: bosquímana, a banto, e a portuguesa. Das três, apenas a língua portuguesa possui forma escrita. As línguas banto apresentam unidade genealógica. Homburguer, "eminente banturista" afirma que o primeiro ponto adquirido no domínio da linguística comparada foi a unidade do grupo bantu. Cita ainda, a propósito da história do conhecimento desta unidade, que os primeiros viajantes portugueses tinham constatado poderem os naturais de Angola comunicar os da costa de Moçambique.
Os bantu angolanos repartem-se por nove grandes grupos etnolinguísticos:
Quicongo, Quimbundo, Lunda-Quioco, Mbundo, Ganguela, Nhaneca-Humbe, Ambó, Herero e Xindonga: que por sua vez se subdividem em cerca de uma centena de subgrupos, tradicionalmente designados por tribos.

Texto adaptado e fotos extraídas de Consulado Geral de Angola

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